2008 TC3: O Asteroide Descoberto 21 horas antes de Cair na Terra

Almahata Sitta foi o primeiro meteorito, a partir de um asteroide, previamente detectado e rastreado até a sua entrada na Terra

Se você já assistiu ao filme Armagedon, então, provavelmente, já teve uma leve sensação do que é descobrir ter um asteroide viajando em direção à Terra com grandes probabilidades de colisão. No filme, para salvar a humanidade, uma missão espacial foi enviada para colocar uma bomba nuclear no asteroide e, assim, salvar milhões de vidas. Ainda bem que este não é o caso da nossa história de hoje, que ao contrário do Armagedon, felizmente o asteroide 2008 TC3 atingiu a Terra e nos presenteou com um meteorito muito especial e raro, o Almahata Sitta. A parte do “felizmente” será entendida já, já! Embarque em mais uma nova viagem da história de meteoritos ou… de meteoritos na história!

Fragmento do Meteorito Almahata Sitta, oriundo do asteroide 2008 TC3, descoberto 21 horas antes de colidir com a Terra. Fonte: bbc.com
Fragmento do Meteorito Almahata Sitta, oriundo do asteroide 2008 TC3, descoberto 21 horas antes de colidir com a Terra. Fonte: bbc.com

A Descoberta do 2008 TC3

Em uma manhã bem tranquila de 06/10/2008, prometendo ser mais um dia normal, exatamente às 06:39 de uma segunda-feira, eis que surge um asteroide de 2 a 5 m de diâmetro, com cerca de 495.000 km de distância da Terra e viajando em nossa direção no campo de visão do telescópio que Richard Kowalski estava fazendo suas observações. O local era o Catalina Sky Survey, um centro de monitoramento americano gerenciado pelas NASA e Universidade do Arizona, localizado no pico do Monte Lemmon, perto de Tucson, no estado do Arizona, cujo telescópio automatizado possuía 1.5 m de abertura.

Imediatamente, Kowalski informou sua descoberta ao Minor Planet Center (MPC) – centro responsável pela identificação, designação e cálculo da órbita de planetas menores, cometas e satélites naturais irregulares externos dos principais planetas. Rapidamente, eles desenvolveram um cálculo preliminar da órbita, que indicou instantaneamente que o objeto impactaria a Terra dentro de impressionantes 21 horas, ou seja, em menos de um dia!

Richard Kowalski com um pedaço do meteorito Almahata Sitta, em frente ao telescópio que descobriu o asteroide 2008 TC3, que deu origem ao meteorito. Fonte: planetary.org
Richard Kowalski com um pedaço do meteorito Almahata Sitta, em frente ao telescópio que descobriu o asteroide 2008 TC3, que deu origem ao meteorito. Fonte: planetary.org

Após esse cálculo preliminar, a informação sobre o asteroide foi amplamente divulgada na comunidade astronômica, como, por exemplo, o Escritório do Programa de Objetos Próximos da Terra na NASA/JPL (os chamados NEOs – Near-Earth Objects), para que mais dados e observações pudessem ser coletados antes do impacto. Desde então, naquela tarde foi uma só correria na sede da NASA para alertar o governo dos EUA e suas instituições, como o Conselho de Segurança Nacional, o Escritório de Política Científica e Tecnológica, o Departamento de Estado e do Comando Norte do Departamento de Defesa, e o Centro de Operações Espaciais Conjuntas.

Dentro de uma hora após o recebimento dos dados iniciais, o Jet Propulsion Lab (JPL/NASA) previu que o objeto entraria na atmosfera da Terra. Através de contínuas atualizações de informação, tornando a orbita do asteroide mais precisa, Steve Chesney previu o impacto acima do norte do Sudão, no continente africano, por volta das 02:46 da manhã em 07/10, mas somente após 19 h da primeira observação de Kowalski. Assim, a NASA, por volta de 21:30, também divulgou um comunicado à imprensa anunciando o impacto previsto para aquela madrugada. No momento em que o asteroide (nomeado de 2008 TC3) entrou na sombra da Terra, 570 medidas astrométricas (posicionais) foram relatadas em 26 observatórios ao redor do mundo, incluindo profissionais e amadores.

O incrível Rio Nilo, palco de importantes histórias milenares da humanidade, também faz parte da história dos meteoritos. Algumas delas são a adaga do faraó Tutancâmon e as miçangas do colar enterrado no cemitério de Gizé, ambos feitos a partir de ferro meteorítico no período do Egito Antigo, antes de Cristo. Também há os famosos meteoritos Isna, um condrito carbonáceo, e Gebel Kamil, encontrado próximo à sua cratera de impacto, datado em mais de 5000 anos. Agora, mais recentemente, o Vale do Nilo iria presenciar mais um acontecimento histórico, tanto para Ciência quanto para sociedade, como a queda do primeiro meteorito a partir de um asteroide previamente detectado e rastreado até sua entrada na Terra. Até então, todos os meteoritos, sem exceção, foram apenas recuperados após serem vistos entrar na atmosfera ou serem encontrados tempos depois da sua queda.

Assim, seguindo as previsões, testemunhas ao longo do Vale do Nilo, próximas à Waldi Halfa e a Estação de Trem 6, no Deserto da Núbia, situado na região oriental do Deserto do Saara, entre o Rio Nilo e o Mar Vermelho, avistaram um bólido brilhante cruzar o céu na madrugada de 07/10. O tal bólido era o asteroide 2008 TC3 entrando na atmosfera terrestre a uma velocidade de mais de 44.000 km/h, que foi primeiramente detectado pelo satélite meteorológico americano, Meteosat 8, a aproximadamente 65 km de altitude. Poucos segundos depois, com ainda aproximadamente 37 km de altitude, às 02:46 UTC (05:46 – hora local), o grande bólido explode devido à pressão de entrada entre o corpo e os gases atmosféricos, fragmentando-se em diversos pedaços e espalhando por quilômetros o novíssimo meteorito chamado de Almahata Sitta, que pela tradução significa Estação 6.

Porém, apesar de se acreditar ser fácil encontrar seus fragmentos, isto só ocorreu em dezembro de 2008, quando Peter Jenniskens, astrônomo de meteoros do Centro de Pesquisas Ames da NASA e do Instituto SETI Mountain View, Califórnia, e Mohammed Alameen, aluno da Universidade de Cartum, Sudão, montou uma força tarefa de 45 pessoas, contando com estudantes e empregados da universidade para “caçar” o meteorito. Outros fragmentos foram encontrados ao longo de 2008 e 2009, somando mais de 600 pedaços do Almahata Sitta, em uma área de 7×30 km. Possivelmente, o erro de localização da região de busca ocorreu, mesmo o asteroide tendo sido rastreado, devido à altitude no qual aconteceu a explosão do bólido, partindo o grande asteroide em diversos pedaços. Geralmente essa explosão ocorre a aproximadamente 10 km de altitude, baseando-se na maioria das quedas assistidas de meteoritos, principalmente do tipo condritos ordinários, o que difere do tipo do meteorito oriundo do 2008 TC3, classificado com um ureilito.

Imagem de satélite da trajetória do asteroide 2008 TC3 sobre o Deserto de Núbia, norte do Sudão. A seta branca aponta para a direção em que o objeto se desloca. Em amarelo, marca o caminho dos trilhos de trem que deram nome ao meteorito, Estação 6, em árabe. Os pontos vermelhos indicam os locais em que foram encontrados os meteoritos. Fonte: Jenniskens et al., 2009
Imagem de satélite da trajetória do asteroide 2008 TC3 sobre o Deserto de Núbia, norte do Sudão. A seta branca aponta para a direção em que o objeto se desloca. Em amarelo, marca o caminho dos trilhos de trem que deram nome ao meteorito, Estação 6, em árabe. Os pontos vermelhos indicam os locais em que foram encontrados os meteoritos. Fonte: Jenniskens et al., 2009

Uma das grandes vantagens de se observar um asteroide antes que ele se torne um meteorito na Terra é poder conhecer e entender melhor sua estrutura, química e propriedades antes de se desintegrar em diversos pedaços na atmosfera, perdendo também parte do seu material de origem. O 2008 TC3 foi classificado como um asteroide do tipo F, que são raros, compreendendo apenas 1% de todos os corpos asteroidais encontrados no cinturão de asteroides, entre os planetas Marte e Júpiter. Talvez, por esta razão, nunca antes haviam surgidos meteoritos oriundos dessa classe de asteroides. Esses corpos foram inicialmente classificados por apenas três tipos: C (carbonáceos), S (silicáticos) e M (metálicos), mas com a descoberta de uma variedade de asteroides, consequentemente esta classificação, dada por David J. Tholen, expandiu para os tipos A, B, D, E, F, G, P, Q, R, T e V. Assim, a classe F é um tipo relativamente incomum de asteroide carbonáceo (C).

O Meteorito Almahata Sitta

O Almahata Sitta é um tipo raro de meteorito, chamado de ureilito. Além do detalhe de sua raridade, ele ainda foi classificado como um anômalo de ureilito, por ter características incomuns, tornando, assim, esse evento de detecção do asteroide e a queda assistida do meteorito ainda mais importante. Entenderam agora o porquê do “felizmente” ele atingiu a Terra e chegou até nós??? Continuando a história, vamos entender um pouquinho mais sobre sua composição e classificação, que o tornou tão especial para a Ciência Meteorítica!

Como explica Zucolotto et al. (2013), os ureilitos eram chamados antigamente de órfãos, pois não eram compatíveis com a maioria dos meteoritos. O primeiro desse tipo foi o meteorito Novo Urei que caiu na Rússia, em 1886, e deu nome a essa nova classificação. Eles geralmente são rochas ígneas compostas por minerais como as olivinas, clinopiroxênios (pigeonita), ferro-níquel metálico e sulfeto de ferro (troilita). A maioria dos ureilitos não possui o mineral feldspato, muito comum em meteoritos do tipo condritos e acondritos provenientes da Lua, Marte e do asteroide 4-Vesta. Uma das características mais marcantes nesse tipo de meteorito é a presença de um material opaco negro, rico em carbono, preenchendo os espaços entre os grãos de minerais.

Um dos fragmentos do meteorito Almahata Sitta. Foto: Alan Manzur
Um dos fragmentos do meteorito Almahata Sitta. Foto: Alan Manzur

No meteorito Novo Urei foram encontrados diamantes, que reforça a ideia de que o corpo parental, que deu origem a este meteorito, tenha sofrido eventos violentos de choque com outros corpos no espaço, isto porque o carbono inorgânico na forma estrutural de grafite se transforma em diamante quando submetido à elevadas pressões.

Em relação ao Almahata Sitta, baseado na sua química, mineralogia e propriedades físicas, sua classificação oficial é de um meteorito acondrito primitivo, do grupo ureilito, porém anômalo e polimítico. Durante as buscas por fragmentos, amostras muito heterogêneas foram encontradas, embora se tratasse dos restos do mesmo asteroide, ou seja, ao contrário de qualquer queda de meteorito conhecida anteriormente, seus espécimes não eram do mesmo tipo.

Após estudos, concluiu-se que, aproximadamente 70 a 80% dos fragmentos recuperados eram ureilitos de diferentes tipos (acondritos ultramáficos ricos em carbono que representam o manto residual de um asteroide), enquanto 20 a 30% eram de várias classes de condritos (meteoritos oriundos de asteroides mais primitivos do que os ureilitos) dos mais diferentes tipos, incluindo diversas classes (enstatita, ordinários, carbonáceos e rumuruti), grupos e subgrupos. Por esta razão o Almahata Sitta é classificado como polimítico, que significa ter vários fragmentos de rochas distintas (diferentes litologias) compondo o mesmo meteorito. Sobre sua característica anômala, a maioria dos fragmentos recuperados era de ureilitos de uma ampla gama de tipos, alguns anormalmente porosos, possuindo entre 10 a 25% de porosidade, em comparação com os ureilitos conhecidos.

O Corpo Parental do 2008 TC3

Um estudo da Escola Politécnica Federal da Cidade de Lausanne (EPFL), na Suíça, publicado na revista Nature Communications, concluiu que o asteroide 2008 TC3 era parte de um “planeta perdido” que existiu nos primórdios do Sistema Solar. Estima-se que o protoplaneta ao qual pertenceu deve ter existido há bilhões de anos, antes de se partir por uma colisão. Outro estudo mais recente, de 2018, sugere que o tamanho relativamente grande dos cristais de diamante mostra que o Almahata Sitta veio de um corpo parental que tinha entre o tamanho da Lua e de Marte, que foi catastroficamente interrompido por um impacto durante os primeiros dez milhões de anos do Sistema Solar.

No entanto, pelo fato do asteroide ter sido desintegrado, pode-se inferir que o 2008 TC3 era um asteroide heterogêneo, no qual seus pedaços estavam tão vagamente ligados que se separaram na atmosfera e caíram na Terra como rochas individuais. Dessa maneira, a descoberta reforça a teoria de que os planetas do atual Sistema Solar foram criados com restos de dezenas de grandes protoplanetas ou planetas embrionários. A seguir, uma pequena ilustração para ajudar a entender como, possivelmente, foi formado o asteroide que deu origem ao meteorito Almahata Sitta.

A ilustração mostra uma possível história da origem dos meteoritos de Almahata Sitta, feita por Jason Herrin, do Centro Espacial Johnson da NASA. Os pesquisadores propõem que a história comece com um corpo parecido com condrito carbonáceo, que foi aquecido e parcialmente derretido. Este corpo quente foi esmagado em pedacinhos por um grande impacto cujos destroços esfriaram e foram misturados com pedaços de outras colisões de asteroides. Esses pedaços foram reagrupados, reunidos como uma pilha de “rochas” de todos os tipos de materiais. Impactos adicionais expulsaram alguns fragmentos dessa pilha de rochas, enviando nosso asteroide 2008 TC3 pelo espaço e, eventualmente, pela atmosfera da Terra, onde se separou e se espalhou no deserto da Núbia. Modificado: Martel, 2010 (psrd.hawaii.edu)
A ilustração mostra uma possível história da origem dos meteoritos de Almahata Sitta, feita por Jason Herrin, do Centro Espacial Johnson da NASA. Os pesquisadores propõem que a história comece com um corpo parecido com condrito carbonáceo, que foi aquecido e parcialmente derretido. Este corpo quente foi esmagado em pedacinhos por um grande impacto cujos destroços esfriaram e foram misturados com pedaços de outras colisões de asteroides. Esses pedaços foram reagrupados, reunidos como uma pilha de “rochas” de todos os tipos de materiais. Impactos adicionais expulsaram alguns fragmentos dessa pilha de rochas, enviando nosso asteroide 2008 TC3 pelo espaço e, eventualmente, pela atmosfera da Terra, onde se separou e se espalhou no deserto da Núbia. Modificado: Martel, 2010 (psrd.hawaii.edu)

Outros Asteroides Rastreados

Depois do Almahata Sitta, mais 2 asteroides foram descobertos pelo mesmo Richard Kowalski, no Catalina Sky Survey, horas antes de impactarem com a Terra. O segundo, após a queda do 2008 TC3, foi o asteroide 2014 AA, um pequeno objeto, com aproximadamente 2 a 4 m de diâmetro, que impactou com a Terra em 02/01/2014, mas foi descoberto no dia anterior. O 2014 AA entrou na atmosfera da Terra por volta das 04:02 (UTC) a cerca de 3.000 km de Caracas, na Venezuela, longe de terra firme, impossibilitando a recuperação de fragmentos. Infelizmente, nenhum navio ou aeronave relatou avistar tal evento. O terceiro corpo natural a ser observado antes de entrar em nossa atmosfera foi o asteroide 2018 LA, que caiu em 02/06/2018 e foi descoberto 8 h antes de colidir com a Terra. Com diâmetro entre 2 a 3 m, a estimativa de entrada na atmosfera foi por volta das 16:40 UT sobre Botswana, país no sul da África, onde os fragmentos de meteoritos resultantes dessa queda foram encontrados dias depois na Reserva de Caça Central do Kalahari (CKGR). Até a data desta publicação (23/06/2020), não foi encontrado o meteorito referente a esta queda registrada no banco de dados on-lineMeteoritical Bulletin Database – administrado pela comunidade meteorítica internacional (The Meteoritical Society).

Essas predições, relativamente dramáticas, de um impacto real destacaram a evolução bem-sucedida do processo de descoberta e previsão de órbitas do Programa de Objetos Próximos à Terra (NEOs), da NASA. Como visto nesses relatos, após as primeiras observações, cálculos de órbita e impacto foram determinados, verificados e anunciados muito antes do impacto. Embora ainda sejam necessárias melhorias no processo de prognóstico, o sistema de monitoramento e previsão se mostrou eficiente e importante para manter a segurança da Terra e de seus cidadãos.

Eventos desse tipo, principalmente envolvendo objetos de grandes proporções, podem ser catastróficos para uma região ou cidades inteiras, porém, se previsíveis e minuciosamente calculados, com certeza irão salvar vidas no futuro, além de possibilitar a recuperação mais fácil desses corpos celestes que chegam até nós, de fato. Por isso a importância fundamental de se recuperar e estudar os meteoritos, pois eles são “mensageiros do espaço” que continuam a nos fornecer informações valiosas, que nos dizem tanto sobre a formação do nosso Sistema Solar quanto do nosso Universo!

Leituras Complementares:

Goodrich, C. A.; Bischoff, A.; O’Brien, D. 2014. Asteroid 2008 TC3 and the Fall of Almahata Sitta, a Unique Meteorite Breccia. Revista Elements. 10:31-37.

Goodrich, C. A.; Zolensky, M. E.; Fioretti, A. M.; Shaddad, M. H.; Downes, H.; Hiroi, T.; Riebe, M. E. 2019. The first samples from Almahata Sitta showing contacts between ureilitic and chondritic lithologies: Implications for the structure and composition of asteroid 2008 TC 3. Meteoritics & Planetary Science, 54(11):2769-2813.

Jenniskens, P. A.; Shaddad, M. H.; Numan, D.; Elsir, S.; Kudoda, A. M.; Zolensky, M. E.; Steele, A. 2009. The impact and recovery of asteroid 2008 TC 3. Nature, 458(7237):485-488.

Jenniskens, P.; Vaubaillon, J.; Binzel, R. P.; DeMEO, F. E;, Nesvorný, D.; Bottke, W. F.; Vernazza, P. 2010. Almahata Sitta (= asteroid 2008 TC3) and the search for the ureilite parent body. Meteoritics & Planetary Science, 45(10‐11):1590-1617.

Zucolotto, M. E.; do Carmo Fonseca, A.; Antonello, L. L.; Monteiro, F. A. 2013. Decifrando os Meteoritos. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Museu Nacional.

ASU – Center for Meteorite Studies – Almahata Sitta

BBC – O Meteorito que Trouxe à Terra Diamantes de um ‘Planeta Perdido’

EXOSS Citizen Science Project – A História dos Asteroides Detectados antes de Impactarem na Terra

NASA/JPL – Near-Earth Object Program Office – Asteroid 2008 TC3 Strikes Earth: Predictions and Observations Agree

PSRD – Planetary Science Research Discoveries – Asteroid, Meteor, Meteorite

2 comentários em “2008 TC3: O Asteroide Descoberto 21 horas antes de Cair na Terra

  1. Francisco José Responder

    Ótima matéria. Melhora muito a compreensão do comportamento dos asteróides e meteoritos presentes próximo ou em trajetórias de colisão com nosso planeta.

  2. Amanda Tosi Autor do postResponder

    Olá Francisco. Muito obrigada pelo feedback. Fico muito feliz que tenha gostado. Abraços

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